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domingo, 14 de maio de 2017

As rosas

Quando à noite desfolho e trinco as rosas
É como se prendesse entre os  meus dentes
Todo o luar das noites transparentes
Todo o fulgor das tardes luminosas
O vento bailador das Primaveras
A doçura amarga dos poentes
E a exaltação de todas as esperas!

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